Remoer o passado. Repassar cada detalhe: o que aconteceu, como aconteceu e como poderia ter sido diferente. Reviver em looping o que já passou. Somos experts nisso, né?
E se…
… tivesse feito aquilo?
… respondido de outro jeito?
… agido de forma diferente?
Ficamos presos em situações que já aconteceram e que não podemos mais mudar.
Esse excesso de energia dedicada ao que já foi vivido retira uma potência muito grande do nosso presente.
É uma energia estagnada, que não avança, apenas circula dentro de nós, alimentando um ciclo interminável de “e se…” que nos rouba muita potência de vida no agora.
Mas isso não significa que o passado seja algo sem importância, que deva ser ignorado ou esquecido.
Pelo contrário.
O nosso passado nos conta informações e histórias muito importantes quando, em vez de tentar mudá-lo, paramos para observar como aquilo que vivemos ainda nos afeta no hoje.
Como esse passado – quando sentido aqui e agora – te faz sentir?
Quando pensa em todos esses “e se…” como seu corpo reage?
Ressignificar o passado é possível, mas esse movimento só acontece no presente. No aqui e no agora.
E para isso é preciso que o passado seja vivido no hoje.
Que a energia ali aprisionada possa circular, ganhar novos sentidos e significados, ser compreendida e, assim, transformada em potência de mudança.
Por isso, vale se perguntar:
Como você tem se relacionado com o seu passado?
De que forma ele ainda te afeta?

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